A posição de Shaq: A polêmica lista de DeMarcus Cousins dos 5 melhores pivôs da história da NBA!

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Fala, galera do Arena 4.0! Preparados para mais uma polêmica daquelas que fazem a gente esquecer o placar e mergulhar de cabeça no eterno debate do ‘quem é o melhor de todos os tempos’?

Se tem algo que os fãs de basquete amam mais do que um toco monumental ou uma enterrada espetacular, é discutir quem entra (e quem fica de fora) nas listas de “melhores de todos os tempos”. E quando um jogador com a história e o talento de DeMarcus Cousins, o nosso querido ‘Boogie’, resolve soltar o seu ranking dos cinco maiores pivôs da NBA de todos os tempos, o mundo do basquete para para ouvir – e, claro, para debater.

Cousins, um pivô dominante em seu auge, conhecido por sua mistura de força bruta, habilidade no garrafão e um arremesso de média distância confiável, tem uma perspectiva única sobre a posição. Ele enfrentou e observou alguns dos melhores, tanto da sua geração quanto de eras passadas. Por isso, quando ele abre a boca para falar sobre os gigantes do garrafão, a gente sabe que vem coisa boa (e talvez umas boas controvérsias).

A questão principal que pipocou foi: DeMarcus Cousins realmente deixou de fora dois nomes que a maioria dos rankings jamais ousaria ignorar? E onde será que a lenda Shaquille O’Neal, um colosso do esporte, se encaixa nessa equação? Vamos desvendar essa lista que está dando o que falar e mergulhar fundo nos nomes escolhidos (e nos “esquecidos”).

DeMarcus Cousins top 5 centers: O ranking que agitou as redes

Sem mais delongas, vamos ao que interessa! A lista de DeMarcus Cousins é uma mistura fascinante de lendas consagradas e astros modernos que estão redefinindo a posição de pivô na NBA. Para Boogie, o seu top 5 dos maiores “Big Men” da história é o seguinte:

  1. Shaquille O’Neal
  2. Hakeem Olajuwon
  3. Kareem Abdul-Jabbar
  4. Nikola Jokic
  5. Joel Embiid

Pois é, como você pode ver, a lista já começa com um baita choque para os puristas. Três lendas absolutas, e dois astros contemporâneos que, embora brilhantes, ainda estão construindo seus legados. Vamos analisar cada escolha e entender o ponto de vista de Cousins.

Shaquille O’Neal: O Dominador Irresistível

Começando pelo topo da lista de Boogie, a lenda viva Shaquille O’Neal. E, sejamos sinceros, quem discute Shaq no top 3 ou top 5 dos pivôs? Shaq foi uma força da natureza, um jogador que mudou as regras do jogo e forçou a NBA a pensar em como as defesas poderiam pará-lo (spoiler: quase nunca conseguiam). Com 2,16m e mais de 140kg de pura massa muscular e agilidade surpreendente, O’Neal era imparável no garrafão.

Seu currículo é de cair o queixo: 4 títulos da NBA (três com o Lakers no lendário “three-peat” ao lado de Kobe Bryant e um com o Heat), 3 prêmios de MVP das Finais, 1 MVP da temporada regular, e uma dominância estatística que o colocou consistentemente entre os maiores cestinhas e reboteiros. Shaq não apenas marcou pontos; ele quebrava tabelas, intimidava adversários e transformava arenas em verdadeiros caldeirões com sua presença e carisma.

A escolha de Cousins para o primeiro lugar é difícil de contestar. Shaq personificava a destruição e a eficiência no ataque como poucos conseguiram na história do basquete.

Hakeem Olajuwon: A Magia do “The Dream Shake”

Em segundo lugar, DeMarcus Cousins colocou Hakeem Olajuwon, o “The Dream”. Essa é uma escolha quase unânime entre especialistas e ex-jogadores que valorizam a técnica e a defesa. Olajuwon era a personificação da elegância e da eficácia no poste baixo.

Com seu famoso “Dream Shake”, um movimento de pivô que combinava fintas, giros e arremessos inimitáveis, Hakeem era um pesadelo para os defensores. Ele não só foi um dos maiores pontuadores do garrafão, mas também um defensor de elite. É o único jogador na história da NBA a registrar mais de 2000 roubos de bola e 2000 tocos na carreira, um feito que demonstra sua versatilidade e impacto em ambos os lados da quadra. Liderou o Houston Rockets a dois títulos consecutivos da NBA (1994 e 1995), dominando as Finais contra times com astros como Patrick Ewing e Shaquille O’Neal (ainda no início de sua carreira), provando sua capacidade de brilhar nos momentos decisivos. Sua habilidade de arremessar, passar e defender o tornou um protótipo do pivô moderno, mas com uma técnica de jogo de costas para a cesta que é raramente vista hoje.

Kareem Abdul-Jabbar: A Longevidade e o Skyhook Eterno

Na terceira posição, uma escolha que, para muitos, deveria estar mais acima: Kareem Abdul-Jabbar. Com uma carreira que se estendeu por duas décadas, Kareem é sinônimo de longevidade, consistência e sucesso. Seus números falam por si: é o segundo maior pontuador da história da NBA (atrás apenas de LeBron James), 6 vezes MVP da temporada regular (um recorde), 6 títulos da NBA (um com o Milwaukee Bucks e cinco com o Los Angeles Lakers, na era “Showtime”), e 2 MVPs das Finais.

Seu “Skyhook”, um arremesso de gancho praticamente indefensável, é considerado a arma ofensiva mais letal da história do basquete. A capacidade de Kareem de se adaptar ao longo de diferentes eras, de ser o centro das atenções no Bucks e depois ser uma peça fundamental no Lakers, ao lado de Magic Johnson, mostra uma inteligência e versatilidade tática raras. Sua presença na lista é inegável, e o fato de estar “apenas” em terceiro para Cousins é o que começa a esquentar o debate.

Nikola Jokic: O Maestro Moderno do Garrafão

Agora, a lista começa a ficar mais… moderna. Na quarta posição, temos Nikola Jokic, o “Joker”. A inclusão de Jokic, que ainda está em plena ascensão em sua carreira, gerou bastante discussão. No entanto, é impossível negar o impacto revolucionário que o pivô sérvio teve e continua tendo na NBA.

Jokic é um pivô que redefiniu a posição. Ele é o principal armador de sua equipe, com uma visão de quadra e capacidade de passe que rivalizam com os melhores armadores da liga. Seus triple-doubles são quase rotina, e ele é o motor ofensivo do Denver Nuggets. Com 2 prêmios de MVP da temporada regular e um título da NBA, com um MVP das Finais em 2023, Jokic já carimbou seu nome na história. Ele não é um atleta super explosivo, mas sua inteligência, técnica e toque ao redor da cesta são de outro nível. Sua habilidade de fazer seus companheiros de equipe melhores é uma das suas maiores qualidades, e sua inclusão por Cousins mostra uma valorização do pivô passador e cerebral que domina o jogo de uma maneira diferente dos brutamontes do passado.

Joel Embiid: A Força Bruta e o Talento em Evolução

Fechando o top 5 de Boogie, Joel Embiid. Outro nome da nova guarda que mostra o quanto Cousins valoriza o presente e o futuro da posição. Embiid é a personificação do pivô moderno que combina a força e a habilidade de costas para a cesta dos antigos “big men” com a capacidade de arremessar de três pontos e defender com agilidade dos jogadores contemporâneos.

Apesar de uma carreira marcada por algumas lesões, Embiid tem sido um dos jogadores mais dominantes da NBA quando está saudável. É um cestinha prolífico, um reboteiro sólido e um defensor intimidador. Ele foi o MVP da temporada regular de 2023, liderando o Philadelphia 76ers a campanhas de destaque. Sua capacidade de dominar o garrafão com seus “post-ups” e, ao mesmo tempo, esticar a quadra com arremessos de longa distância, faz dele um pesadelo para as defesas adversárias. A escolha de Embiid por Cousins reflete um reconhecimento do talento puro e do potencial ainda a ser explorado pelo camaronês.

As Lendas Esquecidas: Quem Boogie Deixou de Fora?

É aqui que a lista de Cousins realmente gerou burburinho e “rage” entre os fãs. Para alguns, deixar de fora certas figuras é quase um sacrilégio. O próprio artigo original de onde tiramos a base para esta discussão já apontava a omissão de “dois nomes que a maioria dos rankings não ousaria pular”. E esses nomes são verdadeiros pilares da história da NBA. Prepare-se, porque a gente vai falar de gigantes que moldaram o basquete.

Bill Russell: O Senhor dos Anéis

Imagina uma lista dos melhores pivôs sem o jogador com mais anéis na história do esporte profissional americano? Sim, estamos falando de Bill Russell. A lenda do Boston Celtics conquistou inacreditáveis 11 títulos da NBA em 13 temporadas, sendo os dois últimos como jogador-treinador, um feito jamais replicado. Russell não era o maior cestinha, mas sua mentalidade defensiva, sua capacidade de rebote e, acima de tudo, sua liderança e instinto vencedor eram incomparáveis. Ele foi a âncora de uma das maiores dinastias da história do esporte.

Sua ausência na lista de Cousins pode ser explicada por uma tendência moderna de valorizar mais o ataque e as estatísticas individuais brutas, em detrimento do impacto defensivo e da vitória coletiva. Mas para qualquer estudioso do basquete, Russell é um dos maiores vencedores de todos os tempos, e seu legado transcende os números.

Wilt Chamberlain: A Máquina de Recordes Inatingíveis

E se Russell era o campeão supremo, Wilt Chamberlain era o deus das estatísticas, um verdadeiro fenômeno atlético e ofensivo. Com uma lista de recordes que parecem saídos de um videogame, Wilt é uma figura mítica. Ele é o único jogador a marcar 100 pontos em um único jogo, o único a ter uma temporada com média de mais de 50 pontos por jogo, e liderou a liga em rebotes por 11 vezes. Seu domínio físico era tão grande que ele parecia jogar em uma liga à parte.

Wilt acumulou 2 títulos da NBA, 4 prêmios de MVP e era uma força imparável. Sua omissão da lista de DeMarcus Cousins top 5 centers é um ponto de discórdia para muitos, que veem em Chamberlain o pivô mais fisicamente dominante de todos os tempos. A rivalidade entre Russell e Chamberlain é um capítulo à parte na história da NBA, e a ausência de ambos na lista de Boogie é, no mínimo, curiosa.

A Evolução do Pivô na NBA: De Russell a Jokic

A verdade é que comparar pivôs de diferentes eras é como comparar maçãs com laranjas… ou talvez naves espaciais com carruagens. A posição de pivô passou por uma metamorfose drástica ao longo das décadas. Na era de Bill Russell e Wilt Chamberlain, o jogo era focado no garrafão, com pouca ênfase no arremesso de longa distância. A força, o rebote e a defesa eram as moedas mais valiosas.

Com Hakeem e Shaq, vimos a combinação de força bruta com técnica apurada no poste baixo, mas ainda com o garrafão como epicentro. Kareem, com seu Skyhook, mostrava uma arma ofensiva única, mas a quadra ainda era “menor” em termos de espaçamento.

Os pivôs modernos como Jokic e Embiid representam uma evolução radical. Eles não apenas dominam o garrafão, mas também arremessam de três pontos com consistência, são excelentes passadores e, no caso de Jokic, até mesmo orquestram o ataque da equipe do “top of the key” (o topo do garrafão, na linha dos três pontos). A agilidade e a versatilidade são cruciais no basquete atual, onde o espaçamento da quadra e o arremesso de três pontos são reis.

DeMarcus Cousins, por ter sido um pivô que jogou tanto com a força no garrafão quanto com a capacidade de arremessar de fora, pode ter uma apreciação natural pelos pivôs modernos que combinam essas habilidades. Sua própria carreira foi um reflexo dessa transição, o que pode influenciar sua percepção sobre quem são os “melhores” para o jogo que ele entende e praticou.

O Dilema das Listas GOAT: Contexto ou Dominância Pura?

No final das contas, essas listas são um espelho de quem as cria. A lista de DeMarcus Cousins top 5 centers é uma visão pessoal, informada por suas experiências e pela era em que ele jogou e viveu. Ela nos força a pensar sobre o que realmente valorizamos em um jogador: a quantidade de anéis, o domínio estatístico bruto, a inovação tática, a versatilidade em ambos os lados da quadra, ou a simples e inquestionável capacidade de mudar o rumo de um jogo?

É inegável que as gerações mais jovens de jogadores e fãs tendem a dar mais peso aos talentos recentes, especialmente aqueles que estão no auge. Isso não diminui o legado dos ícones do passado, mas adiciona novas perspectivas à discussão.

A lista de DeMarcus Cousins nos deu mais do que apenas um ranking; ela nos deu um prato cheio para debates acalorados nas mesas de bar, nos grupos de WhatsApp e, claro, aqui no Arena 4.0. Ela nos lembra que a grandeza no basquete é multifacetada e que diferentes épocas produziram diferentes tipos de gênios no garrafão. Seja você um purista dos anéis, um aficionado por estatísticas ou um entusiasta da nova escola, é inegável que a discussão sobre os “melhores de todos os tempos” é uma das paixões que nos une como fãs de basquete.

E você, caro leitor do Arena 4.0, o que achou da lista de Boogie? Concorda? Discorda? Quem você adicionaria ou removeria? Deixe seu comentário abaixo, monte seu próprio top 5 de pivôs da NBA e vamos manter essa discussão acesa! Afinal, o basquete é muito mais divertido quando a gente tem um bom motivo para discutir!

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